O meu aprendizado começou quando adolescente, como a maioria dos jovens na internet, aprendendo inglês. Esse idioma sozinho te permite conectar com a maior parte do mundo, e partindo desse, eu foi conhecendo pessoas de diferentes lugares e fui buscando conhecer suas culturas e idiomas. Abaixo, eu listo os idiomas que eu estudei ou que conheço.
Inglês
Inglês é atualmente o principal idioma internacional e aprendê-lo é fundamental.
Eu começei a aprendê-lo quando tinha cerca de 12 anos, por iniciativa minha, e hoje já se fazem 10 anos que eu venho utilizando o idioma. Tenho total facilidade em utilizá-lo e na maioria das vezes uso ele mais do que o meu primeiro idioma.
Ter aprendido ele me abriu várias portas que antes seriam inacessíveis. Consegui encontrar e me tornar amigo de um vasto tipo de gente e consegui acessar conteúdo de qualidade a respeito de uma vasta quantidade de tópicos. Se não fosse por iniciativa minha, eu teria sido praticamente obrigado a aprender esse idioma durante meu curso de graduação, além de ser uma habilidade essencial na carreira de programação.
Japonês
O Japonês foi o segundo idioma que eu de fato comecei a aprender. Me interessei inicialmente por sua escrita, que é bem diferente da nossa, mas depois segui cada vez mais motivado pelo desafio de aprender o idioma e pela cultura do país.
Eu comecei a aprender o idioma no meu último ano do Ensino Médio, com 17 anos, e utilizei alguns períodos da minha graduação estudando no meu tempo livre. Hoje em dia, minha habilidade não é de total fluência, mas eu consigo me comunicar com amigos Japoneses que eu conheci pela internet e entendo bastante da língua falada e escrita, e geralmente consigo frequentemente adicionar insights sobre o idioma.
O Japonês é famoso por ser um idioma muito difícil de ser aprendido, e a verdade é que realmente é um idioma acima da média em questão do tempo que um brasileiro levaria para aprender. Mas como todo idioma, pode ser aprendido com suficiente paciência e tempo de estudo.
Talvez uma das experiências mais únicas que eu fui proporcionado por ter estudado o idioma foi durante a minha graduação. Em um certo curso alguns alunos deixaram claro que um dos alunos de uma certa matéria que eu estava estudando vinha do Japão. Então, depois eu busquei conversar com esse aluno, e consegui ter uma boa conversa na língua dele, já que ele não era proficiente no Português. Foi uma conversa divertida, e eu fiquei surpreso que, pelo o que ele me falou, não havia encontrado ninguém ali até agora que falava o idioma tão bem quanto eu, o que me surprendeu pela diversidade de alunos que a USP tem e pela influência Japonesa na cidade.
Norueguês
O Norueguês, o idioma da Noruega, um país que se encontra no norte da Europa, é o terceiro idioma que eu comecei a aprender. Trata-se de um idioma com ancestral comum com o Inglês, portanto, como eu já sabia do Inglês, tive uma facilidade em aprender a gramática do Norueguês. De qualquer forma, o aprendizado da pronúncia e dos diferentes dialetos foi um desafio.
Eu comecei a aprender praticamente junto com o Japonês, por isso, tenho estudado faz um tempo, e mesmo que não me considero totalmente fluente, pois não utilizo o idioma tanto, eu consigo me comunicar e entender bem o idioma. Eu comecei a aprender por causa de certos amigos bem próximos que eu fiz pela internet.
É uma experiência muito diferente de aprender o idioma de um país como a Noruega, onde apenas 5 milhões de pessoas vivem, do que aprender um idioma como o Inglês, onde mais de 2 bilhões de pessoas falam e é idioma de países como os Estados Unidos, com 300 milhões de pessoas, e como aprender o Japonês, idioma falado por mais de 120 milhões de pessoas e comentado no mundo todo pela cultura Japonesa ser popular.
Aprender o idioma me deu o sentimento de fazer parte de uma comunidade muito menor, o país tem proporções muito menores, e isso se refletia claramente na internet. Foi uma sensação muito diferente, mas muito interessante de conseguir me conectar tanto com a cultura do país.
Fato curioso é que a minha cidade natal, Joinville, foi uma das cidades no Brasil onde houve uma comunidade de imigrantes da Noruega, mesmo que isso não tenha nada a ver com a razão pelo qual eu estudei o idioma, foi um fato curioso de se aprender.
Francês
O Francês foi o quinto idioma que eu estudei. É o idioma mais parecido com o Português dos que eu aprendi, portanto houve um grau de familiaridade que me ajudou. Eu comecei a estudar ele em 2021 e estudei ele por mais ou menos um mês, mas depois logo parei. Revisitei os estudos com IANG (conferir portfólio), e consegui aumentar meu nível consideravelmente, mas logo parei também.
Foi uma experiência interessante de estudá-lo, mas não levei-o a sério o suficiente para desenvolver um bom nível. Tenho um conhecimento básico de conversação e um pouco mais intermediário na leitura.
Uma curiosidade é que o nome da minha cidade Joinville tem origens francesas. De fato, existe também uma comuna francesa, que foi daonde a cidade recebeu o nome, através do príncipe daquela comuna.
Hebraico
O Hebraico foi o quarto idioma que eu estudei. Foi provavelmente um dos idiomas mais difíceis que eu estudei e apenas estudei por um período relativamente curto de tempo. Por isso, não lembro de quase nada se não as letras do alfabeto, e algumas palavras.
É um idioma interessante mas a forma com que é escrita e a conjugação verbal o torna um idioma muito desafiante!